Vale a pena investir em guias impressos?

O Google, há muito, é a principal ferramenta de viajantes para planejar uma trip. Seja qual for o destino, o buscador encontra informações diversas e indica blogs completos, garantindo tudo o que você precisa para fazer um planejamento eficiente. É difícil imaginar a organização de uma viagem, em 2017, sem utilizar esses recursos online. Acontece que, até mesmo pela quantidade infinita de dados, dicas e detalhes fornecidos pela internet, muitas vezes perdemos o foco e só percebemos que o planejamento talvez tenha ficado meio incompleto ou pouco preciso já no destino.

É fato que hoje em dia não é essencial ter um guia impresso em mãos para organizar uma viagem. Mas será que eles são mesmo dispensáveis? Na nossa opinião, não. Já viajamos um bocado nessa vida, para dentro e para fora do país, e podemos afirmar que um guia físico ainda tem o seu valor. A internet oferece como vantagem o imediatismo, mas nem sempre ela está disponível e, dependendo da fonte, pode nem ser tão confiável assim.

Por isso, listamos alguns motivos para lhe mostrar o quanto manter o hábito de carregar aquele bom e velho guia impresso durante sua viagem pode ser positivo e facilitar muito a sua vida.

Adriano utilizando um guia impresso para obter informações sobre o lugar que está sendo visitado

Adriano utilizando um guia impresso para obter informações sobre o lugar que está sendo visitado. Créditos: Gisele Rocha

Guias impressos têm um padrão profissional

Geralmente são escritos por profissionais do setor ou jornalistas especializados, que têm como único compromisso dar as melhores informações ao viajante. Por isso são livres de jabás ou pegadinhas. As atrações são verdadeiramente visitadas com o único intuito de serem testadas e avaliadas.

É um complemento versátil ao seu planejamento

Isso porque está disponível a qualquer hora e em qualquer lugar, ao contrário das redes wireless e dos celulares, que sempre ficam sem bateria no momento em que mais precisamos deles.

Mão na roda para quem não fala a língua local

Não tem nada mais sem graça do que visitar um museu e não entender a história que ele conta ou não saber a importância de um monumento e de prédios históricos na rua. Com o guia, você consegue acompanhar cada mínimo detalhe. Coisinhas importantes e interessantes que geralmente passam batido nas pesquisas na internet.

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Informação mais que completa

Além das tradicionais dicas de restaurantes, hospedagens e pontos turísticos indispensáveis – tópicos mais pesquisados na internet, os guias trazem a história local, os principais costumes e aprofundam em assuntos como arte, religião e até ensinam como evitar gafes ligadas às questões culturais. Pontos que normalmente não procuramos na internet ao planejar uma viagem.

A praticidade dos mapas

O Waze, o Google e outros mapas digitais te levam a qualquer lugar. Mas e quando eles estão fora do ar? Sem contar que sempre te levam pelo caminho mais curto. Com um mapa em mãos, você pode fazer desvios e conhecer áreas que não seriam mapeadas quando está simplesmente seguindo o trajeto mais rápido do ponto A ao ponto B.

Gisele se norteando com um guia impresso em Nova York

Gisele se norteando com um guia impresso em Nova York. Créditos: Adriano Castro

Por essas e por outras, não abrimos mão de um guia impresso em nossas viagens. Nada mais gostoso que sentar em um parque ou praça para folhear páginas relacionadas ao lugar enquanto decide a próxima parada ou programa. Os que mais gostamos e usamos são os da Lonely Planet, que é parceira do Viajei Bonito. Os livros são cheios de quadros que contam muitas curiosidades sobre todos os pontos turísticos e têm muito mais mapas que qualquer outro guia que conhecemos. Se você ainda está na dúvida e reticente, sugerimos que use um guia na sua próxima viagem e volte para nos contar o que achou. Temos certeza que vai virar uma rotina nas suas trips!

Prepare-se para sua viagem

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Viajei Bonito

Somos duas pessoas apaixonadas por movimento. Para nós, cair na estrada é mais importante do que um projeto futuro de estabilidade e quaisquer oportunidades de novas viagens, por mais remotas e loucas que pareçam ser, a gente tá pegando! Créditos da imagem de capa: Adriano Castro
  • Pergunta difícil… eu ainda acho que vale, ainda mais o destino que não se encontra muito na internet.. Eu compro muito guias digitais, mas não resisto a um guia em papel. A deco da minha casa que o diga. Hahahaha =)

  • Thiago Lima Martins

    Também acho que não são dispensáveis. Eu adoro os guias da Lonely Planet. São ricos de informações. E é o que você disse, se não falas a lingua local, o guia ajuda muito.

  • Christian Gutierrez

    Guias impressos são sempre bons para tirar ideias de lugares para conhecer, sempre compro e faço coleção deles.

  • Fábio Junior Alves

    Acho que os guias de papel tem sua poesia, ainda mais para quem gosta de ter uma biblioteca deles em casa, são ótimas peças decorativas, mas em viagens o lema “menos é mais” prevalece, ainda mais em tempos de restrições de peso de bagagem, ter um celular com no mínimo 64 GB de memória e salvar os destinos para consulta offline facilitam completamente a vida do viajante 😀

  • Adriana Magalhães

    Quando eu lancei meu Guia de Bariloche e Villa la Angostura, era só digital. Mas familiares e amigos reclamaram tanto que tive que lançar impresso também. Acho que as pessoas gostam de ter o livro pra consultar. Também gosto

  • Gisele Rocha

    Eu gosto de consultar blogs quando estou no desktop, não suporto ler no telefone. O mesmo vale para guias, gosto de tateá-los e ler tudo com calma, sem aquela luz branca do celular castigando as vistas.
    Temos o seu guia de Bariloche aqui na nossa coleção! Ele já deu umas voltas com uma amiga, agora está de volta.

  • Gisele Rocha

    Eu tenho imensa dificuldade para ler no celular, então carrego sempre um guia impresso comigo. No celular crio apenas um roteirinho no MyMaps e faço algumas anotações pontuais. Eu que nasci numa época em que a internet não era tão acessível, tenho uma dificuldade danada em abandonar coisas palpáveis.