Eis que chega um dos momentos que mais esperei em minha viagem: Oh! Doce Islândia! Finalmente! Um país que sonho em conhecer há muito tempo.

Dedicarei o artigo de hoje a mostrar a você um pouco mais sobre como se virar na Islândia, gastando pouco, já que o país tem fama de ser caro. Vocês vão reparar que optei por descrever o que fui descobrindo nos meus três primeiros dias e dando as dicas baseando no que aprendi na raça. Espero que o post seja muito útil e divertido de se ler! Vamos lá, inspiração é o que não falta!

A grande viagem começa

A história toda começa com uma viagem fantástica partindo de Genebra, na Suíça. Ao olhar pela janela, você fica em dúvida se está olhando pra realidade ou se é algum monitor em alta definição transmitindo um documentário sobre as paisagens mais bem esculpidas do planeta. O contraste entre verde e o branco dos Alpes suíços é, realmente, algo que lhe deixa hipnotizado.

Terminado o espetáculo, apaguei. Estava extremamente cansado por ter passado o dia anterior trocando por vários trens entre Viena, na Áustria e Genebra, na Suíça, então dormi nas três horas iniciais do voo.

Mas antes disso, cabe aqui um detalhe: uma das surpresas foi notar que eu estava em um avião praticamente vazio… afinal de contas, no inverno, quem é doido de viajar pra Islândia? É óbvio que eu não estava totalmente sozinho nesse voo, até porque se estivesse, o Senhor Easyjet nem tiraria o avião do chão.

É selfie, eu sei... também não gosto disso. Mas estando sozinho era a única opção

É selfie, eu sei… também não gosto disso. Mas estando sozinho era a única opção. Créditos: Adriano Castro

Ao acordar estávamos terminando de sobrevoar a Escócia e adentrávamos no Atlântico. O curioso é que era possível observar vários pontos brancos estáticos espalhados pelo oceano. Não pareciam ondas. Será que eram geleiras? Não sei, não tive coragem de descer pra ver.

Começamos a entrar na Islândia e a impressão que eu tinha era de estar sobrevoando a Antarctica. Tudo bem, nunca sobrevoei a Antarctica pra saber como é, mas já vi em filmes e num clipe do Metallica.

Sobrevoando a Islândia

Sobrevoando a Islândia. Créditos: Adriano Castro

Mas o melhor estava preparado pra chegada. Sabe aqueles sonhos em que você chega atrasado a um compromisso importante ou que está indo pra uma cidade, mas quando percebe você está em um lugar completamente diferente e não sabe como foi parar ali? Pois então, isso meio que aconteceu… então preste muita atenção ao comprar um voo low cost pra Islândia e não cometer o mesmo engano que eu.

Bom… um dia antes enquanto eu arrumava as coisas e as malas, resolvi checar a distância do aeroporto de Reykjavík até meu albergue. Segundo o mapa, essa distância era de apenas 2.2 km. Perfeito! Dá pra ir a pé! Isso me deixou extremamente feliz, pois dá muito trabalho pegar ônibus ou metrô com bagagem pesada. Dependendo das distâncias é melhor ir a pé. Eu poderia desembarcar e ir andando tranquilamente pro hostel. Lindo, não? Seria se fosse verdade.

O piloto então anunciou o pouso e eu já podia ver as luzinhas da pista de aterrisagem brilhando. Ainda lá do alto comecei a olhar em volta do aeroporto tentando identificar a rua que eu teria de pegar… mas não havia assim tantas ruas… havia uma estrada. E não havia luzes de casas, somente algumas barracas espalhadas. O resto era gelo. Imagine uma planície enorme, sem casas ou prédios até onde a vista alcança. E eu pensando: “Acho que vou ter que andar um pouquinho mais do que 2.2km”. Mas tinha esperanças de que o lado da cidade que eu estava procurando era o lado oposto do que eu estava olhando e que as pessoas sentadas do outro lado da aeronave poderiam vê-lo.

Finalmente o avião pousa e me vejo descendo num “deserto” de gelo. Mas ainda estava esperançoso de que era tudo uma questão de ângulo e que a cidade estava do outro lado do aeroporto. Calma, sem desespero, Adriano. Ao caminhar pra esteira de bagagem vejo uma placa: Bem-vindo a Keflavík! Mas, peraí, o nome da cidade em que eu deveria estar não era Reykjavík? De repente me deu um frio na barriga e eu imaginei várias coisas enquanto abria o GPS do celular pra me localizar. E se eu estivesse no lado oposto da ilha? E se eu estivesse na Groelândia? É óbvio que minha imaginação não chegou tão longe. Quando consegui visualizar minha localização percebi que não era tão ruim… eu me encontrava a, apenas, 50 km da cidade onde eu deveria estar fazendo o check-in no albergue.

Respirei fundo, pensei no que seria interessante fazer primeiro e me lembrei da primeira regra ao chegar à Islândia: trocar dinheiro! Fica aqui a dica pra você. A moeda local é a Coroa islandesa, e é recomendável que você já faça a troca no aeroporto.

Voltando à história… já me disseram que tudo na Islândia era muito caro e eu comecei novamente a imaginar coisas. A imaginação da vez era a conversa com o taxista:

Boa noite, quanto custa o taxi até este albergue?

– Tudo que há em sua carteira e na conta bancária, senhor.

Não podia correr esse risco e resolvi sair do aeroporto pra dar um jeito de vir pra minha cidade. E o frio? Rá! Você está quase no polo norte, amigo! Fui sair e na primeira respirada precisei voltar correndo pra colocar mais blusas… e aquela porta automática abrindo devagarinho enquanto eu tinha pressa pra entrar, só pra dar mais desespero. Me agasalhei e saí do aeroporto duas vezes maior, mal conseguindo cruzar os braços pra me proteger do vento. Havia pouca iluminação no local e isso porque eram cinco da tarde… no inverno esse horário já é noite por aqui. Até que numa das quebradas eu encontro um ponto de ônibus (e um vendedor de goiaba) com várias pessoas amontoadas pra entrar em um dos veículos com o letreiro impresso em papel escrito Reykjavík. Agora sim! Descubro então que há um ônibus de excursão que leva as pessoas a seus respectivos hotéis e albergues em Reykjavík. Nada mal. O susto passou… bom, em partes, porque o preço do ônibus é um pouco salgado, mas o que eu podia fazer? Pegar um helicóptero talvez saísse mais barato, mas o ônibus estava tão quentinho que não valia a pena sair dali.

Reparei que várias pessoas já haviam comprado seus bilhetes pela internet. Portanto, se você quer evitar surpresas, já pode ir planejando sua chegada e comprando seu bilhete no site deles. Não é propaganda, até porque eu não tenho contato com a empresa. É apenas uma dica pra que você não fique rodando o aeroporto como eu fiz até achar uma forma de se deslocar de Keflavík pra Reykjavík.

Concluindo a minha chegada emocionante na ilha, o que aconteceu só prova que, não importa onde você esteja, basta ter calma ao lidar com a situação e você ficará bem, mesmo com tudo congelado e escuro ao seu redor.

Meus primeiros passos na Islândia foram regados a suspense e isso só me deixou mais empolgado pra conhecer essa ilha. Cheguei já abraçando a cama e só fui acordar no dia seguinte, quando aprendi a comer bem e barato!

Como comer bem e barato

Cozinhando! Você poderá ficar assustado se tiver um orçamento restrito e desejar almoçar em um restaurante. É tudo absurdamente caro por aqui. E uma vez que você já está com fome, vai fazer o que? Pegar um voo até o leste europeu, almoçar e voltar no final da tarde? Acho que fica um pouquinho mais caro e não vale a pena.

Daí você pensa… ah! Vou ao mercado! Sou um gênio! Lá você vai descobrir que os mercados, em geral, também não são muito baratos. Lembre-se que você está numa ilha onde não há muito terreno fértil pra plantações… segundo o site do Info Escola, somente 1% do terreno na ilha é próprio para o plantio, que se resume a feno, forragem e batatas! Por isso as frutas, legumes e vegetais são importados.

Como eu já sabia disso, fiz um estoque de alimentos não perecíveis na mochila. Cheguei aqui armado até os dentes. Por isso tenho cozinhado todos os dias, mas ainda pretendo sair pra comer o famoso cachorro-quente, que dizem ser o melhor do mundo.

Outra dica é procurar um albergue que disponibilize uma cozinha para que você mesmo possa cozinhar e preparar seus lanches. O hostel que estou hospedado tem uma enorme, e falarei dele mais abaixo.

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Como se proteger do frio

Se você está lendo este artigo durante seu lançamento, saberá que o hemisfério norte está no inverno. Não é a toa que escolhi essa época pra conhecer um dos países mais gelados de nosso planeta. Pelo pouco que andei pelas ruas de Reykjavík, pude notar que a sensação térmica causada pelos fortes ventos é agressiva. Em meu primeiro dia fazia dois graus Celsius positivos e às vezes era necessário parar e me abraçar pra tentar manter o corpo aquecido.

Tirar as luvas pra usar o celular e conferir o GPS é um erro nessas horas. Fique atento. Sua mão gela em questão de segundos e demora muito pra que ela volte ao normal, mesmo você colocando-a no bolso e a mantendo ali por um bom tempo. O jeito? Era usar o nariz ao invés dos dedos já que meu celular é apenas touchscreen… fico imaginando o que as pessoas dirigindo estavam pensando: que que aquele maluco tá fazendo cheirando o celular?

Pois é, só imaginei isso vindo das pessoas que estavam dirigindo, pois eu era o único louco caminhando na rua durante aquela manhã… eram 11:30 quando o sol nascia.

Minha recomendação é que você inclua em seu checklist de viagens pelo menos uma blusa corta-vento e outras de lã pra ir por baixo dessas. Pelo pouco que aprendi, uma quantidade maior de agasalhos formando uma camada térmica que lhe permita transpirar, seguida de uma térmica que lhe mantenha aquecido e uma corta-vento por cima são mais efetivas do que um casacão enorme.

Um pouco mais de frio pra ver a Aurora Boreal

Todo o frio que eu pedi ao decidir fazer a viagem pela Europa no inverno foi atendido quando participei de um tour pra ver a Aurora Boreal. Se você quer testar suas roupas de frio, essa é a hora.

Os guias já avisam: agasalhe-se o máximo que puder. E você saberá por que. Meu “equipamento” era composto de uma bota impermeável, dois pares de meia, calça térmica, seguida de uma calça jeans e um pantalone por cima. Sim, três camadas de calça. Na parte de cima, as camadas térmicas e uma blusa corta-vento. Além de luvas, protetor de pescoço e touca. Olha que precisei usar também a touca corta-vento da blusa, e ainda assim estava com as orelhas geladas.

O tour começa com aproximadamente uma hora de viagem em um ônibus extremamente aquecido. Por isso não cometa o mesmo erro que eu. Tire o máximo de camadas antes de a viagem começar pois os guias pedem que usemos o cinto de segurança o tempo todo, já que as estradas estão escorregadias. E tirar uma blusa com o cinto é tão trabalhoso que às vezes você termina o processo mais suado do que já estava.

O ponto escolhido pelo guia na noite que participei do tour era no alto de uma montanha e escutávamos o vento passando forte pelo ônibus. Ele nos avisou: coloquem todas as blusas que vocês trouxeram. Isso não é exagero nem piada. Dito e feito. Quando desci do ônibus a impressão que dava é que alguém estava espalhando gelo em volta de você. A temperatura não estava tão absurda naquele alto, algo em torno de -4°C, mas a sensação térmica era de -12°C, segundo o aplicativo de um dos participantes do tour. E o vento… ah, o vento! Esse aí não perdoava. Quando ele vinha com força precisávamos tapar o rosto de tão gelado que ele era.

É incrível observar os efeitos de um frio rigoroso no seu corpo. Pode parecer loucura, mas eu sempre quis poder experimentar isso. Quando precisei manusear o celular que estava no meu bolso, resolvi tirar as luvas. Foi um erro. Minhas mãos já estavam congelando em menos de dez segundos por conta do vento, e depois elas doeram por muito tempo até ficarem aquecidas novamente.

Enquanto observava o espetáculo da Aurora Boreal, a única parte exposta eram os olhos, que lacrimejavam com o frio. Os olhos não davam pra tapar mesmo, por isso a solução pra evitar congelá-los quando o vento batia forte era virar pro outro lado.

O efeito das mãos congeladas agora fazia com que as unhas doessem muito. Era como se estivessem apertando cada ponta de dedo com um alicate. Isso que dá mantê-las fora das luvas e do bolso por alguns segundos…

Aurora Boreal vista na Islândia

Aurora Boreal vista na Islândia. Créditos: Greenland Travel / Fonte: Flickr

Pode parecer curioso, mas você sente sede nesses lugares. Por isso digo que você deve levar uma garrafinha d’água no mínimo. Num frio rigoroso e num lugar remoto como esse não vai haver vendedor de água ambulante pra suprir essa necessidade.

Tudo isso faz parte do espetáculo e o frio ali nada mais é do que um complemento. Sem ele não seria uma experiência como foi. Olhar pro céu e ver aquelas luzes verdes contornando uma camada magnética do planeta faz você perceber o quanto é pequeno perante coisas infinitamente maiores que você. E toda hora me vinha à cabeça: nossa! Estou quase em um dos polos de meu planeta! É algo que eu jamais imaginaria fazer um dia na vida.

Aurora Boreal vista na Islândia

Aurora Boreal vista na Islândia. Créditos: Greenland Travel / Fonte: Flickr

A excursão que faz esse tour pode ser contratada em quase todo hotel ou albergue em Reykjavík. Existe mais de uma empresa que oferece esse serviço, por isso recomendo que você pergunte aos outros inquilinos quais estão com o melhor preço, pois pode ser que os profissionais do local de sua hospedagem tenham convênio para indicar somente uma das empresas.

Onde se hospedar em Reykjavík

O albergue que escolhi pra me receber por uma semana foi o The Capital Inn (72). Não tenho nada do que reclamar. A internet funciona perfeitamente nos vários andares (condição essencial pra que eu possa tocar o blog daqui) e com boa qualidade.

A cozinha é enorme e muito espaçosa. Detalhe: lembre-se de que um mochileiro com orçamento restrito vai precisar cozinhar quase todo dia.

Somente a localização que deixa um pouco a desejar. Pra se chegar ao centro é necessário pegar um ônibus ou caminhar por quarenta minutos. Mas nada que impeça você de conhecer a capital islandesa. Basta ter disposição pra andar na neve por algumas horas… e olha que isso cansa, viu?

The Capital-Inn

Sudurhlid 35D

Descrição baseada em avaliações do Booking

A partir de revisões observadas no Booking, quem já esteve por lá avaliou bem a limpeza. Os serviços prestados e as comodidades foram bem classificados. Os funcionários atendem bem. Pode-se dizer que o custo benefício é bom.

Diárias a partir de R$96,00 (preço atualizado em 05 de setembro de 2018)

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Verificar disponibilidade

Uma volta por Reykjavík

Depois de tudo isso que os três primeiros dias de Islândia me proporcionaram, nada como uma caminhada pelo centro da cidade em um dia ensolarado pra poder registrar o quão espetacular é este país. As fotos abaixo acabaram de ser tiradas enquanto eu terminava de preparar este artigo.

Ainda tenho mais cinco dias pra explorar a ilha de gelo e suas regiões afastadas da capital, mas isso é trabalho pra um final de semana. Trabalho esse que pretendo trazer futuramente a você, caro leitor. Afinal de contas, quero que você viaje junto com o Viajei Bonito.

Continue acompanhando o blog que tem como objetivo inspirar você a sair da inércia e conhecer o mundo! Até a próxima!

Leia mais sobre a Islândia

Prepare-se para sua viagem

Em Reykjavík, nossa sugestão de hospedagem é o The Capital-Inn (72, diárias a partir de R$96,00). Aprenda a reservar um hotel pela internet aqui. Você pode procurar outros hotéis através do Booking, ou então se sua preferência é por albergues, acesse o Hostelworld.

Vai alugar um carro? O preço do aluguel de veículos na categoria Mini em Reykjavík é de aproximadamente R$235,00 por diária (confira mais preços aqui). Na Rentcars você compara preços em diversas locadoras no mundo todo com muita segurança, sem taxas no cartão de crédito, 5% de desconto no boleto, parcelamento em até 12 vezes e isenção de IOF. Veja como é simples fazer sua cotação e reservar um carro pela internet.

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Em Reykjavík, o almoço simples sai por volta de R$77,82, já o fast-food sairá por mais ou menos R$48,72. Considerando o cappuccino, podemos dizer que o cafezinho da tarde custa R$18,09. Em restaurantes, a garrafa d'água de 330ml custa R$8,17, o refrigerante - considerando também o de 330ml - custa R$10,20 e o pint de cerveja R$38,97.

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Adriano Castro

Formado em Ciência da Computação pela UFJF, trabalhou durante 10 anos como analista de sistemas até chutar o balde e tocar a vida como freelancer, carregando seus projetos para onde quer que vá.

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Créditos da imagem de capa: Adriano Castro

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