Bichinho, MG: o que visitar, onde comer e onde ficar

São várias as pessoas que planejam um passeio a Tiradentes, a cidade mineira de muitos acontecimentos históricos do Brasil Colônia, e acabam não incluindo no roteiro o vilarejo de Bichinho, que na verdade pertence a Prados. O nome do distrito é mesmo Vitoriano Veloso, mas o apelido carinhoso veio para ficar e, até mesmo nas placas e mapas, é assim que o local é popularmente conhecido. Quer saber o que fazer em Bichinho, o que visitar, onde comer e onde se hospedar? Então preste atenção nestas dicas.

Há muito o que fazer em Bichinho, mas um dia é suficiente para conhecer tudo. Casas de tijolos de adobe comprovam que o tempo não passou no vilarejo e o ponto forte são os muito ateliês e oficinas de arte para todos os gostos espalhados pela rua principal. Mas até quem não é muito chegado em artesanato vai encontrar outros motivos para se encantar pelo distrito.

O que fazer em Bichinho?

1. Museu do Automóvel da Estrada Real

No meio do caminho, entre Tiradentes e Bichinho, fica um museu de impressionar. São mais de 70 carros antigos, mais de 50 deles restaurados e funcionando, além de placas, calotas e outras peças. Além da exposição, o lugar também promove passeios de Jardineira pelo centro histórico de Tiradentes e aluga alguns modelos para eventos. A entrada custa R$ 16 e o museu funciona apenas de quarta a domingo (abril/2018).

2. Casa Torta

Casa Torta, um ícone de Bichinho, Minas Gerais

Casa Torta, um ícone de Bichinho, Minas Gerais. Créditos: Adriano Castro

Café, teatro, lojinha e bistrô, tudo em um só lugar: uma casa de fachada torta. Não tem como não parar para tirar ao menos uma foto por lá, já que os visitantes são recebidos pela casa bem na entrada da vila. A entrada custa de R$ 5 a 10 (abril/2018), dependendo do dia da semana, e é mais uma boa opção do que fazer em Bichinho.

4. Alambiques

Tabaroa, um dos alambiques de Bichinho, Minas Gerais

Tabaroa, um dos alambiques de Bichinho, Minas Gerais. Créditos: Gisele Rocha

São três alambiques, para amante nenhum de uma boa cachaça botar defeito. Logo na entrada da vila está a loja conceito da Tabaroa, que ainda possui na cidade um alambique e outra lojinha no centro. Pouco depois, o visitante se depara com o Mazuma Mineira, o mais moderno da região e que permite uma visita completa, desde o processo de produção ao depósito de barris. Já o Velho Ferreira, famoso por produzir cachaça na região na década de 30, foi eternizado em rótulo e alambique de mesmo nome, que fica logo após a igreja. Quem toca o negócio da família hoje é seu neto e a visita é gratuita.

5. Igreja Nossa Senhora da Penha

Simples por fora e muito rica em detalhes por dentro. São mais de 200 anos de história que remetem ao século 18 e retratam um pouco do estilo Rococó. Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o IPHAN, a igreja fica bem no centro do vilarejo.

6. Ateliês

Eles estão por toda parte, desde o inicinho da estrada, logo na saída de Tiradentes, até as últimas ruas de Bichinho. Abertos à visitação, quem gosta de arte nada de braçada. O pioneiro do distrito, a Oficina de Agosto, é aberto à visitação e foi o responsável por consagrar o artesanato na região. Há ainda os reconhecidos Ateliê Fábio Francino, de arte em papel machê, a Casinha de Adobe, de ferro e madeira, e muitos outros. A graça está mesmo em se deixar perder e descobrir cada uma das opções tão diversas.

7. Lojas de artesanatos

Se você não tem a intenção de comprar grandes peças de arte, ainda assim pode levar uma lembrança dos artistas locais. Além dos ateliês, outra boa opção do que fazer em Bichinho é passear pelas inúmeras lojinhas de artesanato, daquelas que dá para ficar horas dentro sem se cansar e ainda não ver de tudo.

Onde comer em Bichinho

A comida mineira impera na vila. E o mais famoso, o Tempero da Ângela, serve um buffet completo a R$ 28 (abril/2018). Porém, está sempre cheio e é preciso chegar cedo ou encarar uma longa fila. O Cozinha Flor custa R$ 29 com a mesma qualidade e formato, com buffet livre que inclui sobremesas. O diferencial é que aceita cartão. Se você não liga de gastar um pouco mais para almoçar, pode estacionar no restaurante Trem Bão ou no Pau de Angú – que fica na estrada e já foi indicado por guias de viagem como o Quatro Rodas. Mas também há opções de lanches e self service, para quem só quer comer rapidinho e continuar o passeio.

Onde se hospedar em Bichinho

Para quem prefere ficar hospedado em Bichinho mesmo e curtir a paz e tranquilidade do local por alguns dias, nossa recomendação é a Pousada Cantagalo Bichinho – que conta com uma bela vista para as montanhas e até mesmo piscina. Para se hospedar em Tiradentes, nossa sugestão é o Odara Hostel, que fica bem pertinho da estação ferroviária, tem um preço acessível e até um bar.

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Como chegar em Bichinho

São apenas 7 quilômetros de Tiradentes até lá, numa estrada calçada de pedras, que até outro dia era de terra, muito bem acompanhada pela majestosa Serra São José.

É bem fácil e pouco provável que você se perca. A estrada de calçamento que leva a Bichinho sai da Rua Inconfidentes, em Tiradentes. Como são apenas 7 quilômetros, há até quem vá de bicicleta. Se você estiver saindo de Prados, são 12 quilômetros em estrada de terra. A saída é em direção à comunidade de Dores de Campos. Se você não estiver de carro, o ideal é combinar uma corrida de táxi ou alugar um transfer, pois a linha de ônibus da Viação Vale do Ouro, que oficialmente faz o trajeto, não roda com frequência definida.

Há um vídeo no nosso canal no Youtube dedicado a Bichinho. Assista!

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